A origem das doenças

“A saúde e a enfermidade são o produto da harmonização ou desarmonização do indivíduo para com as leis espirituais que do mundo oculto atuam sobre o plano físico; as moléstias, portanto, em sua manifestação orgânica, identificam que no mundo psíquico e invisível aos sentidos da carne, a alma está enferma! O volume de cólera, inveja, luxúria, cobiça, ciúme, ódio ou hipocrisia que porventura o indivíduo tenha imprudentemente acumulado no presente ou nas existências físicas anteriores forma um patrimônio “morbo-psíquico, uma carga insidiosa e tóxica que, em obediência à lei de Harmonia Espiritual, deve ser expurgada da delicada intimidade do perispírito. O mecanismo ajustador da vida atua drasticamente sobre o espírito faltoso, ao mesmo tempo que o fardo dos seus fluidos nocivos e doentios vai-se difundindo depois pelo seu corpo físico” – Ramatís, do livro ‘A Fisiologia da Alma’.

“Assim, todas as partes do ser humano são afetadas pela influência da mente, a qual atua fortemente através dos vários sistemas orgânicos, como o nervoso, o linfático, o endocrinológico ou o circulatório(…) as recentes pesquisas médicas, sob orientação da medicina psicossomática, estão confirmando que o psiquismo altera profundamente a composição e o funcionamento dos órgãos do copo físico” – Ramatís, do livro ‘A Fisiologia da Alma’.

As palavras de Ramatís acima transcritas nos fazem considerar que a verdadeira origem das doenças do corpo físico está em nossos pensamentos e sentimentos / emoções, os quais irão determinar nossos comportamentos e atitudes.

Mas como exatamente algo sutil, “abstrato” como pensamentos e emoções podem influenciar o nosso corpo físico?

A sabedoria oriental e milenar nos ensina que não somos constituídos apenas de nosso corpo físico, pois, se assim fosse, nada mais existiria após a morte do mesmo e sua decomposição cadavérica. Somos seres eternos, espirituais e constituídos de 6 outros corpos, além do físico. Atendo-nos aos corpos inferiores (mental inferior, emocional, etérico e físico), podemos compreender que nossos pensamentos e emoções alimentam diretamente nossos corpos mental e emocional, respectivamente. Pensamentos negativos e emoções mais baixas ou “pesadas” agregarão, portanto, carga negativa (ou antimatéria) aos nossos corpos mental e emocional. Pela lei da atração magnética (vibrações semelhantes se atraem), essa carga negativa “mais pesada” (menor vibração, mais densa) deverá ser necessariamente drenada para corpos ainda mais inferiores (corpos menos sutis, de menor vibração), como o nosso invólucro físico. Concluímos, portanto, que o corpo físico funciona, na verdade, como um mata-borrão, um drenador das energias mais densas dos nossos corpos mais superiores, os quais, por suas composições mais sutis, não comportam energias mais densas.

A cultura hindu também nos ensina o conceito de CHAKRAS, que são centros ou vórtices de energia que permitem uma comunicação entre o nosso corpo etérico e o nosso corpo físico. Possuem estrutura cônica, com a boca do cone alguns centímetros além da superfície do corpo físico. Possuímos milhões de chacras, havendo até quem defenda que cada uma de nossas trilhões de células possui um chacra correspondente, mas podemos facilitar a compreensão deste tema através dos nossos 7 principais chacras:

1o chacra : chacra básico ou raiz (Muladhara) : associado às glândulas suprarrenais

2o chacra: chacra sexual (Svadhisthana) : associado às glândulas sexuais

3o chacra: chacra do plexo solar (Manipura) : associado ao pâncreas

4o chacra: cardíaco (Anahata) : associado ao timo

5o chacra: laríngeo (Vishudda) : associado à tireóide

6o chacra: frontal (Ajña): associado à hipófise

7o chacra: coronário (Sahasrara): associado à pineal

Cada um desses principais chacras está ligado a uma determinada glândula, como mostrado acima. Aquela energia oriunda de nossos corpos mental e emocional, de constituição mais sutil, que precisa ser drenada para um corpo mais denso e de menor vibração, passará do nosso corpo etérico (“molde” etérico do nosso corpo físico) para o nosso corpo físico através desses centros energéticos chamados chacras. Essa energia, ao entrar em contato com as glândulas correspondentes aos chacras principais, determinará o bom ou mau funcionamento de seus respectivos tecidos glandulares e produções hormonais, influenciando todas as células de nosso organismo e, consequentemente, favorecendo nosso estado de saúde ou doença.

Dessa forma, a qualidade dos nossos pensamentos e das nossas emoções está diretamente ligada à qualidade da energia impregnada em nossos corpos mental e emocional e, em última análise, é a responsável por nossos estados de saúde ou doença. Considerando ainda a questão da reencarnação e que esta não é nossa única vida, nossos pensamentos, sentimentos e atitudes em existências pretéritas também agregaram energias mais ou menos densas em nossos corpos sutis e que, mesmo após a morte ou em futuras vivências corpóreas precisaremos drená-las, podemos compreender a origem de muitas dores, doenças e sofrimentos….

Se buscarmos o verdadeiro e sincero autoconhecimento, assumindo nossos próprios e profundos pensamentos e sentimentos como realmente nossos, podemos encarar a dor, a doença ou o sofrimento como belos educadores no inevitável processo de reforma íntima que fatalmente vivenciaremos, mais cedo ou mais tarde, em nosso natural processo evolutivo. No atual estágio evolutivo da humanidade, a dor e o sofrimento ainda são necessários como pedagogia para o crescimento espiritual, evitando que nos acomodemos em nossas ilusões e equívocos. Concluimos ainda que a evolução espiritual gera saúde, pois ocorre através do equilíbrio dos pensamentos e das emoções.

Paz, Amor e Luz,

Rodrigo R. Batista

 

 

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UM OUTRO CAMINHO PARA A PSICANÁLISE

O mundo mudou desde o advento da psicanálise. Desde que Freud nos deixou esta herança, temos visto aceleradas, prodigiosas e profundas transformações em todas as áreas e dimensões: sociais, econômicas, culturais, éticas, espirituais, psicológicas, científicas.

O processo de transformação é inerente à condição da humanidade e nestes 34 anos de prática, pude viver as transformações também na psicanálise, que vem sofrendo ressignificações em sua teoria, gerando mudanças na técnica e na aplicabilidade prática.

Lembro-me quando da fazia a formação analítica, nós, psicanalistas, torcíamos o nariz quando sabíamos de algum “analista” que atendia menos que três vezes por semana. Dizíamos sem titubear: “Isto não é psicanálise”.

Embora naquela época eu tenha compactuado com muitos pensamentos radicais, hoje me considero eclética – gosto de me pensar holística – reconhecendo em mim quesitos necessários para considerar que pratico o que chamamos hoje de psicanálise contemporânea. Digo isto baseada no fato de ter uma formação pluralista, com base em diversas vertentes teóricas e técnicas, sem obedecer cegamente a qualquer uma delas. Estou hoje cursando uma pós-graduação em neurociências e pretendo fazer um mestrado eu neuropsicanálise!

Sinto-me hoje, com o direito de refutar leituras que não me tocam, de forma que venho, aos poucos, criando minha própria identidade com liberdade de assumir meu estilo pessoal.

Concordo com Bion quando ele diz que um analista deve ficar insatisfeito com a própria psicanálise, para que ele possa ampliar os seus conhecimentos e as suas capacidades de compreender e se vincular com o paciente. Vejo que muitos analistas hoje são assim. Conhecedores de uma rede de teorias, coerentes e complementares que embasam e permeiam o setting terapêutico.

As revisões se fizeram necessárias. Antigamente, o bom analista era medido pelo silêncio que produzia em “cena”. Atualmente, não restam mais dúvidas de que se trata de um método anacrônico, com um ranço de superficialidade que denota uma dificuldade do analista em manter um contato afetivo.

Os psicanalistas de hoje são menos herméticos, facilitando a empatia e abrindo-se ao outro numa via de mão dupla.

A psicanálise esteve, por muito tempo, encastelada em uma torre de marfim, mantendo distância das outras ciências, inclusive da psiquiatria, atraindo para si uma posição não muito simpática.

Numa visão mais holística do indivíduo, a psicanálise se depara com as vicissitudes das transformações do mundo, criando novos paradigmas para si, numa visão sistêmica da vida.

Desta forma, se depara com a angústia existencial do indivíduo moderno que, diferentemente da época freudiana, está confuso e perdido quanto à identidade, isto é, quem ele é, como deve ser, para o que e para quem ele vive. A crescente necessidade de busca pelo êxito social coloca-o em constante sobressalto.  Ter que cumprir as expectativas externas, exacerba a carga sobre os ombros, levando-o a questionar sua existência. Também a globalização, que subtrai as diferenças individuais, cria crises de identidade.

Diante de uma época mestiça, globalizada, pluralista, acrescentam-se à psicanálise, novos conhecimentos que facilitam as necessidades atuais de crescimento interno.

Desde que conheci as técnicas de abordagem do inconsciente através da regressão de memória, adotei este instrumento em minha clínica diária.

Nos primórdios da psicanálise, Freud tentou o método da hipnose induzida a fim de possibilitar catarses dos traumas reprimidos. Desiludiu-se com o método, pois não era bom hipnotizador e substituiu-o pela associação livre.

A descoberta recente é de que, sem utilizar indução hipnótica, podemos ainda assim ordenar ao inconsciente que se revele, utilizando uma técnica de alteração do estado de consciência, sem, no entanto, que o paciente esteja hipnotizado. Basta um relaxamento corporal com uma ordem verbal por parte do terapeuta.

Retornando ao ponto inicial de Freud, podemos fazer o levantamento arqueológico e retornar à fonte dos sintomas, utilizando, não a indução, mas a associação livre em estado alterado de consciência. Pedimos que se fale tudo o que vem à mente e decodificamos as imagens e ideias que surgem, através da análise.

Associando à decodificação, atuaremos com as interpretações conscientes e consequente atualização e elaboração dos significados do conteúdo produzido.

O resultado será o conhecimento profundo de si mesmo e, como consequência, as mudanças adjacentes a este reconhecimento acontecerão.

Mais recentemente, a filosofia da física quântica se abriu para nós e num advento transformador, podemos hoje perguntar quem somos nós e a resposta virá.

Unindo as três técnicas: associação livre, regressão de memória e alteração do estado de consciência atingindo outras camadas quânticas da realidade interna e externa, nasceu a Terapia Lumni, que desbrava o ser como nunca antes se pôde ser!

Carmem Farage

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O jogo da baleia azul e outros recursos suicidas

As pessoas têm me perguntado com frequência o que penso sobre jogos na internet que estimulam pessoas, geralmente jovens adolescentes, a cometerem suicídio.

Realmente é algo que nos choca e é difícil ficar indiferente a isso sem exprimir algum sentimento negativo. Sentimos medo, impotência e uma sensação palpável de que o “mundo está perdido! ”.

Com o advento da tecnologia, o mundo muda rapidamente sem que a gente consiga acompanhar. Esta evolução acelerada provoca uma sensação de impotência muito grande, como se não pertencêssemos mais ao mundo. Olhamos para as novas gerações como se o que eles fazem e pensam estivessem longe demais de nós.

Diante disso, como vamos controlar nossos filhos adolescentes, se sequer entendemos sua linguagem virtual? Como vamos dar uma direção acertada e fazer interdições sobre algo que desconhecemos? Corremos o risco de proibir além da conta ou, ao contrário, permitir o que não deveríamos.

Pais, professores, autoridades, simplesmente não sabem o que dizer. Proibir funciona?

Bem, antes de qualquer coisa, preciso dizer o que observo. Quando olho para as pessoas de um modo geral; quando analiso pessoas dentro do meu consultório, observo o quanto é fácil colocar a culpa fora de nós. Ninguém gosta de sentir culpa, então, estamos sempre procurando os culpados fora da nossa casa, fora do nosso alcance.

Sempre foi assim e acho que será ainda por um bom tempo antes que possamos observar as leis de ação e reação funcionando na prática.

Ora, basta fazermos uma pergunta muito simples: Porque alguns, e não todos, utilizam recursos suicidas? Então, esta simples pergunta terá que nos levar a uma conclusão de que o instrumento disponível vai ser utilizado de acordo com o íntimo de cada um.

Quando Santos Dumont inventou o avião, jamais ele poderia imaginar que seria utilizado para fins bélicos. Jamais! Mas foi. Ora, vamos condenar as grandes invenções porque algumas pessoas as utilizam para o mal? Claro que não, não é mesmo?

Quando alguém delibera um jogo em que uma pessoa já sabe que será incentivada a cometer um suicídio, estamos diante de alguém com problemas íntimos. É a intimidade deste indivíduo que deve ser questionada, e não o objeto externo. Uma faca serve para se matar assim como para cortar pão. Ora, sejamos razoáveis. Mata-se quem tem vontade, predisposição e problemas emocionais graves. Mata-se, seja como for, que está em profundo desequilíbrio e encontra um meio. Encontrando um meio propício, dá-se o fato.

Se dermos mais importância ao instrumento utilizado do que ao que realmente importa, estaremos retirando de nós a responsabilidade de interferir na vida do indivíduo que está desequilibrado e precisando de um olhar: dos pais, dos educadores, ou de quem for responsável.

Uma pessoa em desequilíbrio dá sinais! Estamos cegos aos sinais? Não estamos conseguindo ser próximos o suficiente de nossos filhos para percebermos que algo não vai bem? Esta é a questão.

E, os motivos que levam pessoas a quererem tirar a própria vida e às vezes conseguirem, são vários, são individuais, são de uma ordem muito mais subjetiva que não queremos ou podemos admitir.

Precisamos atentar a isso.

Um abraço a todos,

Carmem Farage

RECEITA DE FIM DE ANO

lavender-1573049_1920Vou contar pra vocês o que eu faço todos os anos na véspera da virada.

Independente do fato de que as festas pipocam por todos os lados, independente se eu participo delas ou não (vai depender de como estou no determinado ano), eu não abro mão de fazer um bom balanço e criar uma “receita” para o próximo ano.

Isso porque eu compreendo o fim de ano como um momento de dar uma parada – uma mini parada, na verdade – porque a vida não para não minha gente e esse negócio da gente querer que a vida pare me parece mais uma grande fuga do que tudo o mais.

É claro que sei que culturalmente estamos inseridos num contexto onde as férias escolares coincidem com as festas de fim de ano e logo depois carnaval. E que aqui, no Brasil, a gente gosta de emendar tudo e fazer uma festa só desde o natal, passando pelo réveillon, emendando em janeiro e desembocando no carnaval… Mas juro que acho que não deve ser assim não! Estamos acostumados a procrastinar tanto, que não percebemos que acabamos caindo no equívoco de adiar as metas. Adiar as metas é colecionar frustrações porque festa é, na verdade, um grande e colorido vazio. Não dá em nada no final. Festa, gente, serve só para fugir um pouco da rotina e desanuviar a mente. Não pode se estender por meses. Não dá certo.

Então, como eu estava dizendo, costumo fazer, no fim do ano, uma parada, um balanço e uma receita. Nesta ordem.

Estou pensando em como foi o ano de 2016. Sob muitas perspectivas, dentro e fora de mim. Dentro de mim, me sinto bem. Penso que mudei um pouco mais. Cresci um pouco mais profissionalmente, tive um bom controle financeiro que me permitiu chegar ao fim do ano com uma reserva financeira para aguentar as festas de fim de ano e as contas de janeiro e emocionalmente eu me sinto forte, pois consegui realizar ações que precisava já há algum tempo com determinadas pessoas.

Fora de mim, penso no Brasil, que não andou como eu esperava, e continua andando na contramão dos meus conceitos particulares de como deveria ser a nossa sociedade, e isso me entristece um pouco, pois constato que o mundo ainda precisa mudar muito no quesito mais amor ao próximo e menos ganância.

Penso que todos deveriam fazer assim: estou bem profissionalmente? Estou bem financeiramente? O que eu gostaria de mudar para o próximo ano? O que eu preciso alcançar para atingir um equilíbrio melhor a partir do próximo ano? Quais são as ações necessárias para que eu atinja tais e tais metas? Quais são os meus defeitos pessoais que me impedem de caminhar conforme eu gostaria? Quais meus pontos fortes e quais meus pontos fracos? Como posso fazer para atingir um equilíbrio neste ano?

E por fim, vamos à receita: traço um passo a passo.  Coloco em ordem de importância e urgência o que penso que devo fazer durante o ano. Exemplo: em fevereiro vou tirar 15 dias de férias. Em março, começo a escrever um novo livro. No segundo semestre, início de um novo mestrado.

Também faço metas a médio e longo prazo: continuo fazendo uma poupança à parte para trocar de carro em 2019. Daqui a 5 anos deverei escrever 3 livros e aprofundar em tais e tais estudos. Eu me vejo assim e assado daqui a 10 anos… 🙂

Escrevo tudo numa cartinha e guardo na agenda nova. À medida que o ano transcorre, vou vendo se encaixa a minha expectativa com a realidade, pois nem sempre é possível realizar o que desejamos.

Mas mesmo quando não podemos executar aquilo que desejamos, certamente estaremos conscientes daquilo que somos e isto facilita a realização dos nossos sonhos ou quem sabe, a adaptação deles á nossa realidade.

Mesmo que eu tenha que mudar, reajustar, ou adiar, sei o que quero porque sonhei algo bom para mim. Desejar é o primeiro passo. Dizer para si mesmo seus sonhos é fundamental para que nossa mente realize.

Nosso destino é permeado pelas muitas possibilidades. E somos nós que vamos definir quais delas irão se realizar.

Desejo a todos um ano novo repleto de grandes mudanças e realizações dos melhores sonhos!

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Carmem Farage