Month: February 2014

Assistir a vídeos pornográficos? Por que não?

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Quando nos perguntamos sobre coisas na vida que diz respeito a práticas coletivas comuns, vem sempre a dúvida de se estamos ou não agindo corretamente.

Costumo ouvir pessoas que dizem: mas se todo mundo faz, por que não posso fazer também?

No caso de assistir a vídeos pornográficos, sozinhos ou acompanhados dos parceiros, a polêmica é mesmo muito grande.

Do ponto de vista das emoções, observemos que trata-se de uma completa ilusão lançar mão de fantasias sexuais para atingir um instante de um prazer puramente sexual. A descarga sexual gerada com isso se retroalimenta dela mesma, gerando rapidamente uma nova necessidade de repetir o prazer. E aí, quanto mais você alimenta a necessidade, mais vai ter necessidade de alimentar a necessidade. Assim, instalamos em nós um vício extremamente perigoso que, dependendo da estrutura emocional de cada um, pode ser fonte de graves distúrbios, como um caso que atendi onde um rapaz de pouco mais de trinta anos se masturbava nove vezes ao dia, segundo seu relato.

Quando em companhia dos parceiros, alimentamos em nós e no outro, a separação entre o prazer sexual e o amor. Este comportamento já é bastante comum no sexo masculino, tendo sido muito comum também no feminino, desde que a sociedade alcançou níveis de liberdade individual grande. A liberdade é, sem dúvidas, uma necessidade imperativa, porém vemos as pessoas se perderem nela em função de um despreparo de quem “nunca comeu melado”. Separar o amor do sexo é perigoso para a relação do casal, pois fica fácil dar umas escapulidas sempre que o outro não está agradando. E, nem sempre vamos poder agradar ao parceiro, certo? Somos seres individuais e únicos. Quando convivemos tão intimamente, os parceiros terão que aprender a ceder e tolerar um ao outro.

Todos estes motivos emocionais desencadeados por um instante de prazer, não compensa! Concordam?

Como se não bastasse, precisamos aprender a pensar em tudo na vida do ponto de vista energético/espiritual também. Já passou o tempo em que apenas vivíamos um dia após o outro sem questionar o para além da matéria. O mundo físico coabita com o mundo energético e, ao praticar o sexo coletivo através das imagens de outras pessoas praticando sexo, estaremos abrindo uma brecha energética e atraindo espíritos viciados que compartilharão do momento de prazer, incitando a todos a continuar com a prática.

Também do ponto de vista energético, sabemos que incitar o chackra básico em demasia, desacelera a vibração do corpo físico, baixando consideravelmente as energias sutis, levando quem pratica a se misturar e atrair para si outras pessoas, encarnadas e desencarnadas de baixa vibração, desequilibrando completamente os chackras mais sutis, tirando muito de sua proteção espiritual, pois os seres de luz que nos acompanham terão muita dificuldade em lidar com sua vibração baixa, já que eles habitam outra sintonia. É como se você passasse a funcionar na franquência de rádio AM e os mentores só captam a frenquência FM.

Sem proteção dos seres de luz estaremos à mercê dos de pouca luz, desencadeando uma onda de desencontros e “má sorte” na vida.

O sexo é um acúmulo da energia vibracional do corpo físico que tende a liberação. Freud nos diz que podemos sub limá-la através das obras que criamos e do trabalho que realizamos.

Desta forma, podemos e devemos sair do mundo da matéria densa em direção ao sutil, para que possamos dar continuidade ao processo evolutivo a passos mais largos que nossos irmãos ignorantes, rejeitando o senso comum que nos incita a alimentarmos nossa necessidade de prazer imediato e denso.