Month: September 2014

A rapidez da Terapia Lumni adequada aos novos tempos!

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“Uma imagem vale mais do que mil palavras.”

Adepta das palavras como sou, não tenho o costume de utilizar essa frase tão popular, mas ela transmite o que temos percebido com a Terapia Lumni. Pessoalmente, tenho me impressionado com o que ela tem causado nas pessoas que a experimentam.

Não dispensamos os ensinamentos das terapias convencionais; valorizamos o poder da palavra, que oferece uma canalização ordenada, racional, do que somos e sentimos. Contudo, a regressão que utilizamos tem desencadeado uma série de abalos no espírito de quem a vivencia, e devo dizer que são abalos que vêm para o bem.

Creio que o poder de uma imagem aqui se manifeste – por imagem, falo da regressão. “Ver” e “sentir” é ordenar visual e sensivelmente experiências que, por vezes, demorariam muito tempo para serem verbalizadas. Quando o paciente, de forma tranqüila e relaxada – e em um ambiente propício para isso – pode visualizar de forma ordenada imagens que há muito se acumulam em sua mente, imagens dele, de sua vivência pessoal, ele acaba por sentir o impacto de palavras, frases e textos inteiros. É como se tanto blá-blá-blá pudesse ser traduzido naquelas poucas imagens – regressão de memória a vidas passadas, sonhos lúcidos. Ele vê e sente, e o que ele vê e sente pertence a ele e aparece em um segundo, um segundo que talvez valha por anos, ou uma vida inteira. Ele participa mental, emocional e espiritualmente dessas imagens, estando integrado a elas e podendo lhe conferir algum significado.

Isso é muito rápido. Logo cedo, ele se defronta com seus próprios aprendizados e as dificuldades que o acompanham; cedo, ele visualiza o que demoraria mil palavras para encontrar. Às vezes ele pode até sentir medo. Medo de quê? Do que a Terapia Lumni é. Para onde, tão rápida, ela o está levando. E a resposta é: todos somos livres e andaremos de acordo com o caminho que escolhemos.

A intuição não descansa. Mesmo quando nos calamos, ela funciona, e mesmo quando pensamos não saber exatamente o que desejamos ou o que tememos, ela está ali, insistente, pronta para nos conduzir e responder às nossas perguntas. Somos inteligentes, mais do que nossa racionalidade pode pressupor. E, quando menos se (racionalmente) espera, visualizamos aquilo de que necessitamos, aquilo que queremos ver – aquilo que podemos ver, que temos condições de enfrentar. E por ser uma imagem designada pela intuição e pelo inconsciente da pessoa em pleno relaxamento, aquela imagem vale mais que as mil palavras que, por vezes, ele encontra dificuldade em ordenar.

Por vezes, é difícil falar. É difícil encontrar as palavras certas. É trabalhoso. E leva tempo.

Por vezes, precisamos apenas de uma centelha, um estalo no sentido correto, e é esse estalo que a intuição nos dá. A Terapia Lumni escuta a voz do paciente, mas também a sua mente, que nunca se cala. Em poucas sessões, obtemos imagens e histórias que palavras levariam vidas inteiras para reunir – pelas vias convencionais. E é tão rápido que, por vezes, a Lumni desperta insegurança: e agora? O que eu faço com isso? O que a Lumni quer que eu faça?

O objetivo da Terapia Lumni é oferecer a possibilidade de encontrarmos e construirmos nossa história dando-nos voz, ouvindo nossas emoções e tratando nosso espírito; ela não direciona, ela não comanda. Ela é rápida demais, direta demais, mas não comanda. Porque somos livres. E podemos atingir essa plenitude tão rápido quanto dispostos estivermos.

 Bárbara Bastos